São Paulo vai resistir ao 3º estelionato eleitoral em 8 anos? Difícil. Diz o ditado que bicho ruim não morre. Ah, morre sim, de tanta pancada. A primeira, dessa última safra de pancadas, foi o abandono da cidade por João Dória, com um ano e três meses de "gestão", porque o tal "gestor", aquele do "trabalho, trabalho, trabalho", largou a missão levada em 1º turno nas eleições de 2016. Ninguém duvida que só o trabalho vai salvar São Paulo do túmulo. Então o tal João ter abandonado a moribunda tão cedo foi o primeiro estelionado, tremenda sacanagem. O segundo foi com Bruno Covas. Vice de Doria, assumiu quando aquele se mandou. Triste, ele já era um doente terminal quando empenhou sua palavra de dedicação a um desafio do tamanho de São Paulo, na eleição de 2020. Aí faleceu com quatro meses no cargo, deixando a cidade ao vice, um desconhecido como são 95% dos vices. Foi a 2ª sacanagem com a sofrida cidade de Anchieta, João Teodoro e Prestes Maia. E agora, 2024. E agora? Se segura na poltrona que o tranco vai ser forte! O 3º estelionato aponta no horizonte, não sei se pelas bandas de pesquisas eleitorais arbitrárias, que já dão o resultado da corrida na largada, ó canalhas! Ou se pelas bandas da introdução de um M de m*, um indecente que tem a arrogância de querer ser prefeito da nossa São Paulo! Ou ainda, se vem de um tal de "voto útil", instilado quando uma luz diferenciada aponta no céu da cidade, uma esperança que nem pode correr solta pra ver no que dá, tem que ser torpedeada como se fosse um missel invasor do "Domo de Ferro", mas não, era apenas uma esperança no céu. Ah, ia esquecendo, o estelionato ainda pode vir pela permanência do desinteressado. Tem vez que desinteresse mata.
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| Edifício Matarazzo, prédio da prefeitura de São Paulo. (foto: Diego Torres Silvestre/ Wikipedia/ saopaulosecreto.com) |



















