quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

SHOW DE BOLA! (75)

Fazer aniver perto do Natal é muito show de bola!  Difícil desacostumar do "mal hábito" de querer dois presentes que a criança impõe, o adolescente conquista e, o adulto, se é bonzinho, fatura...  Assim foi que, já feliz com as lembranças do Natal, pouco depois fui surpreendido - maneira de dizer, todo ano é assim! - pelas duas filhonas, a caçula foi pra Salvador e me trouxe uma caneca e uma camiseta, lindas.  A mais velha não foi tão longe pra também me deixar feliz, e o vale-presente da Cultura resultou nas publicações abaixo:



Dr. Jivago já vi tantas vezes, sempre me arrancando lágrimas pelo melodrama intenso e histórico nas lindas paisagens russas... Tendo Boris Pasternak levado o Nobel com esse livro, tá na hora de ler, em edição requintada da Companhia das Letras. Com O Futuro da Humanidade Augusto Cury inicia caminhada na ficção, vamos ver se com o pé na auto-ajuda que o fez superar Paulo Coelho em vendas nos últimos anos (entrevista aqui)...  E a revista Quatro Cinco Um, sobre livros, claro...

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

ACELERA SÃO PAULO! (PARA ONDE?) 35

Meia hora é pouquíssimo tempo para entrevistar um prefeito.  Assim João Doria respondeu a poucas questões na entrevista de ontem ao Jornal Gente da Rádio Bandeirantes.  Nenhuma sílaba sobre mobilidade, novos parques, privatizações, cracolândia e outros temas de interesse.  Verdade que se a equipe da Band fosse mais ágil (Rafael Colombo alongando as perguntas e Salomão Ésper confuso como sempre) dava pra mais algumas... Deu pra saber um pouquinho sobre o seguinte: 

Pancadões ("pancadão é uma praga, é triste", orientou as prefeituras regionais e GCM, junto com a PM, para combater, se a GCM pega retira o amplificador do carro e encerra o pandacão, afirmou), viagens (reconheceu o erro e disse que focou mais forte na cidade nos últimos três meses), novos hospitais (se comprometeu a entregar os hospitais da Brasilândia e de Parelheiros em 2018), saúde (afirmou que o Corujão da Saúde reduziu muito as filas de exames simples, mas ainda tem um gargalo em exames complexos), invasões de terra (afirmou que no curto prazo há o compromisso de impedir novas ocupações com medidas de ordem policial, e no médio e longo prazos atuar junto aos que ocuparam essas áreas, oferecendo condições de habitabilidade), buracos (conseguiu R$ 150 milhões no fundo de multas para o novo asfaltamento nas principais avenidas da cidade, e tem uma empresa fiscalizando a qualidade do asfalto no momento da aplicação), pixação (redução de 75% nas pixações com controle através da GCM e do sistema City Cameras, afirmou), burocracia (disse que a burocracia foi a maior dificuldade que encontrou ao assumir, não imaginava que fosse tanta, reclamou do número de conselhos e comissões em excesso, "criados para avaliar tudo", quer digitalizar a maioria dos processos, colocando tudo no celular), candidaturas ("tenho que cumprir o meu mandato, tenho que prefeitar").

Mais não falou - com a habilidade de praxe - porque só meia hora não deixou...

Acelerando em Veneza...  Agora diz que só acelera por aqui...  (foto: noticias.band.uol.com.br)



segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

DEU NO IMPRESSO (1)

Começo o ano abusando: assinei a degustação da Folha de S. Paulo por 20 dias, ou seja, empanturro o café da manhã com os dois principais jornais impressos do país...

O Estadão assino há anos e não pretendo largar enquanto lá estiverem Oscar Quiroga, Ugo Georgetti  e Humberto Werneck (longa vida a seus textos!).  Tornou-se um vício que não quero arriscar interromper, o de tomar o café já pescando as notícias na 1ª página, porém com a prudência de só abrir o diário ao final da última bocada de pão, acho mais saudável...

Coincidência, o primeiro exemplar da Folha chegou anunciando a morte de Carlos Heitor Cony, então não tive tempo de refrescar a memória dos textos desse articulista tão ligado ao jornal...  Um curioso e expressivo vazio na página 2 denunciava que seus textos não ocuparão mais o espaço tradicional.  O Estadão também deu destaque à perda, mas escolhi saber detalhes na Folha, assim como quando se for Loyola ou Veríssimo - creio que irão antes de mim - será mais justo ler sobre eles no Estado...

(Sigo pasmo com o fato dos dois jornais já estarem na porta de casa às 5h30, um prodígio tecnológico que inclui o entregador que até outro dia chegava numa Kombi barulhenta...)

Espero resistir à tentação de continuar a assinatura além da degustação...  O prazer existe, sou viciado em impressos, mas não quero engordar...  




sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

SAUDADES... (17)

Parece que a família demorou para divulgar... Só hoje, no dia da missa de um mês, saiu uma nota (aqui) da morte de Nelly Novaes Coelho, minha primeira professora...    Eu tinha 19 anos, oficina literária na Biblioteca Mário de Andrade...  Como acontece com todas as coisas importantes, nunca esqueci minha primeira professora de Literatura...

Nelly Novaes Coelho , paulistana, 1922-2017.   (foto: contarhistorias.com.br)

sábado, 23 de dezembro de 2017

NÃO É POR AÍ... (72)

As bandeiras mais importantes da cidade de São Paulo estão, creio, no Viaduto do Chá e na Ponte das Bandeiras...  Nesta última, praticamente a cada dois meses a bandeira rasga e fica assim como está na foto de hoje.

A última troca, há pouco tempo, foi positiva, porque a bandeira paulistana - já rasgada - era menor do que a do estado de São Paulo, na torre gêmea da ponte...  Trocaram por uma maior, beleza...  mas e a qualidade??  Mandei @ pro prefeito regional da Sé, Eduardo Odloak: vamos trocar o fornecedor de bandeiras da cidade né?

Vamos entrar em 2018 com a bandeira paulistana nesse estado? 



quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

domingo, 17 de dezembro de 2017

INDIGNAÇÃO! (22)

Gosto de ver futebol até pra pensar em outras coisas...  Pois o último jogo do ano permitiu muitas reflexões.  O Grêmio foi a Dubai e não viu a cor da bola, ou, como se dizia, tomou um "vareio de bola" do Real Madrid...  e abro espaço pra primeira reflexão: a existência de uma Dubai, de um Emirados Árabes, é um insulto à humanidade.  O planeta vê crescer a pobreza em todos os lados, e existe e louva-se essa opulência, essa ostentação desmesurada dos árabes...  Inadmissível!

Em campo, o máximo do Grêmio não fez sequer cócegas na musculatura, na postura, dos madrilenhos.  "Jogamos contra uma seleção", disse o técnico gremista.  É verdade.  É como se, no basquetebol, a seleção brasileira enfrentasse a norte-americana...  Seria 130 a 45... Só foi 1 a 0 porque os pés não refletem uma superioridade tão fácil quanto as mãos...

O comentarista Antero Greco disse (aqui) que "aumenta o abismo" entre os europeus e os sul-americanos...  Eu não sei por que, durante todo o jogo, eu só pensava - outra reflexão - no enorme abismo existente entre os europeus e os sul-americanos (leia-se brasileiros), na educação...

O Grêmio não viu a cor da bola...  (foto: Giuseppe Cacace/ AFP in O Globo)

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

ACELERA SÃO PAULO! (PARA ONDE?) 34

Hoje a agenda do prefeito mostra o nível do networking que a atual gestão está construindo:  9h30 – Comunidade empresarial sueca.   11h – Presidente do conselho da JHSF. 15h – Diretoria da GM - General Motors. 16h – Novo embaixador do Japão.  18h30 - Presidente da SKY.  Aliás, a agenda dele costuma estar assim todos os dias...

Se são amarrações que buscam investimentos (ou doações, como gosta o prefeito) para a cidade, cabe a pergunta:  se o cara deixar a prefeitura em Abril do ano que vem...  isso tudo vai ter servido pra alguma coisa??


Acelerado como o bip bip...  (foto: youtube.com)

domingo, 10 de dezembro de 2017

SHOW DE BOLA! (73)

Quem gosta de futebol guarda umas lembranças específicas, tipo umas partidas importantes, uns jogadores que se destacaram por isso ou aquilo...  Na conquista da Libertadores pelo Timão em 2012, pouca gente lembra do gol de Romarinho contra o Boca Juniors...   Ele entrou aos 37 do 2º tempo, e o primeiro toque na bola foi pra empurrar com categoria para as redes, em jogada bonita de Paulinho e Emerson (AQUI)...  Gol de empate que deu alívio pro título depois em São Paulo. 

E de vez em quando pensava: por onde anda Romarinho?  Até que hoje, ao pesquisar no site da Fifa pra saber o dia da final do Mundial de Clubes, dou com a foto do jogador em total destaque na home: está no time do Al Jazira, que vai enfrentar simplesmente o Real Madrid na semifinal do torneio, próxima 4ª-f.  Mesmo jogando em casa, será tarefa ingrata...  Claro que vou torcer por esse rapaz de Palestina, interior paulista, que me deu aquela alegria em La Bombonera há 5 anos...

Que rapaz de sorte!  (imagem: fifa.com)

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

SHOW DE BOLA! (72)

Eu e a torcida do Corinthians corremos ao último dia da consagrada Feira do Livro da USP, com seus descontos de no mínimo 50%.  Me surpreendi com o tamanho: três tendas enormes, 56 editoras e livrarias simplesmente liquidando!  Já que o salário não dobra, que o preço do livro corte pela metade...  assim dá gosto!


Deu trabalho encontrar uma vaga no campus da USP... acabei parando em frente a um prédio gigante, com cara de novo.  Ao ir embora perguntei para duas moças que passavam e elas:  é a Biblioteca Brasiliana.  Ah, a famosa Biblioteca Brasiliana bancada pelo José Mindlin...  Que colosso! Mas eu tinha caminhado duas horas na feira, estava um trapo...  Um dia volto só pra conhecer esse templo...


ET.: quem dera a torcida tivesse corrido também...  

ACELERA SÃO PAULO! (PARA ONDE?) 33

Ontem o prefeito passou o dia na distante São Luís do Maranhão, com direito a agenda com Roseane Sarney.  Hoje mais de meio expediente na (ainda?) Cidade Maravilhosa...  Um dia e meio ausente dos afazeres de gestor...  Haja confiança na equipe não?

Um dia conheço São Luís...  (foto: Secretaria de Turismo Maranhão)

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

SHOW DE BOLA! (71)

Nunca gargalhei tanto no café da manhã quanto ao ler o editorial do Estadão de hoje, O Show de Dilma.  Com medo de que o link não abra, segue o texto na íntegra: 


Por quase seis anos – penosos anos –, Dilma Rousseff respondeu pelo governo brasileiro. A rigor, deve-se classificar aquela terrível experiência lulopetista como “desgoverno”, já que resultou em mais de dois anos de recessão, na pior crise econômica da história nacional, criada quase exclusivamente por sua incompetência. Muitos se perguntam até hoje, com razão, como foi possível eleger – e reeleger – tão despreparada figura para o mais alto posto da administração do País. Desde o impeachment, sempre que a presidente cassada se pronuncia sobre qualquer tema, em seu linguajar característico, produto de seu ababelado raciocínio, sobrevém irresistível sensação de alívio pelo fato de a petista já não estar mais com a poderosa caneta presidencial na mão e, portanto, não poder continuar a fazer tanto mal ao País.
 
Nem seria mais o caso de continuar a fazer reparos à glossolalia de Dilma, posto que se tornou comum e, a rigor, deveria causar embaraços apenas a ela mesma. Mas há momentos em que esse constrangimento merece ser notado, pois extrapola o nível pessoal e se torna vergonha nacional. Afinal, Dilma presidiu o Brasil e, por isso, funciona como um símbolo do País no exterior. Além disso, periodicamente sai em vilegiatura, a pretexto de espalhar pelo mundo seu inconformismo com a cassação.
 
Um desses momentos vexaminosos se deu no mais recente giro da petista pela Europa, bancado com dinheiro público, ocasião em que, mais uma vez, ela se dedicou a enxovalhar a imagem do Brasil, tratando-o como um lugar tomado por golpistas, em que não há leis nem instituições. A um jornalista de Portugal, Dilma achou por bem “explicar”, a seu modo, como os tais golpistas a trataram durante o processo de impeachment. O resultado, registrado em vídeo, é um show de invencionices e de confusão mental.
 
“Teve um momento, que eu fiquei… no… no, eu, eu, eu… Eu fui suspensa de ser presidente, mas continuava sendo presidente”, disse Dilma ao atônito repórter, que claramente se esforçava para compreender aquele idioma vagamente aparentado com o português. “É uma… uma coisa, é que é uma lei muito antiga, é uma lei de 1950, então ela não dá conta da necessidade que você tem de resolver logo se uma pessoa é presidente ou não é presidente”, continuou Dilma, que imaginava estar sendo didática a respeito da legislação que rege o impeachment.
 
Mas o melhor estava por vir. “Então eu, eu era, eu era obrigada a ficar no Palácio do Planalto, do, do, do Alvorada, é um outro palácio, é o palácio de residência, e é típico dos palácios terem flores”, sapecou, dando início a uma assombrosa mistura de alhos com bugalhos: “Eu nunca tinha visto se tinha flor ou não tinha flor, porque você não tem tempo de ficar olhando se tem flor, mas, quando eu estava nessa situação, os golpistas são muito mesquinhos, foram lá e tiraram todas as flores e isso foi noticiado pela imprensa”.
 
E ela continuou, usando o tema botânico: “Para mim, um dos grandes momentos foi as mulheres, encheram a praça em frente ao palácio e me levaram flores. A partir daí, elas durante… Outro dia eu recebi uma flor lá em Berlim, porque elas me mandavam sempre flor, era, vamos dizer assim, era manifestação delas, mas tem uma outra muito bonita: foram as mulheres as primeiras a se rebelarem e a ir pras ruas, então os movimentos de mulheres, de mulheres jovens, foram para a rua as mulheres e os jovens, primeiro, o que pra mim foi muito importante”.
 

Depois de inventar a rebelião florida, Dilma comentou ao repórter, àquela altura já grogue, qual era seu estilo de trabalho: “Eu era dita como sendo uma mulher que tinha uma mania, era obsessiva compulsiva por trabalho, tinha, era work alcoolic (sic!) e tinha uma mania de fazer todo mundo trabalhar, o homem seria grande empreendedor”. Ao trocar o termo workaholic, que significa obsessão pelo trabalho, por uma expressão que poderia ser traduzida como “trabalho alcoolizado”, Dilma, talvez involuntariamente, fez o melhor resumo de sua passagem pela Presidência da República

Clique AQUI e ouça a parte mais hilária!

Comédia pura...

domingo, 26 de novembro de 2017

NÃO É POR AÍ... (71)

Será que cai bem no currículo de candidato a...  presidente do país??

Em Santana,  24/11/17

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

SHOW DE BOLA! (70)

Fui ao Shopping Iguatemi por uma boa causa...  Meu carro destoou no estacionamento cheio de blindados e SUVs mas não fiquei nem aí: fui focado em achar a livraria Cultura, onde um acontecimento usual - lançamento de livro - tinha um lance especial:  o livro era (foi) escrito pelo próprio dono da livraria:  O Livreiro, de Pedro Herz.  

Os pais aqui chegaram, fugindo da Alemanha nazista, em 1939. Ele nasceu em 1940.  Em 1947 sua mãe Eva abriu em casa uma livraria circulante, onde alugava livros para os patrícios e depois para os moradores dos Jardins e região.  Em 1969 a casa da família ficou pequena, e foi quando Pedro assumiu os negócios e abriu a famosa Livraria Cultura da Paulista.  O resto tá no livro...

Na fila à minha frente Amyr Klink (não escapou da self...).  Logo atrás Dan Stulbach.  Um pouco depois Ignacio de Loyola Brandão.  Depois de ter o meu exemplar autografado pelo autor, fui atrás de assinaturas nele do aventureiro e do escritor.  Por que não pedi a assinatura do ator, corintiano forte como eu?  Timidez frente ao seus intensos olhos azuis?

Coisa mais linda a livraria Cultura... E a fila de autógrafo.
Não sou de self, mas essa não dava pra perder...
Perguntei ao Herz por que o lançamento era nessa livraria, e não na mais tradicional, a da Paulista.  Ele respondeu que sempre tem manifestação, e qualquer "cinco pessoas" causam confusão na Paulista e isso poderia prejudicar...  Não entendi mas entendi:  ele queria que eu conhecesse essa unidade...   

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

ACELERA SÃO PAULO! (PARA ONDE?) 32

Que belo exemplo dona CET! Essa viatura soltava tubos de fumaça branca de motor condenado, às 8h30 do dia 16/11, na rua Pedroso.  Ela tinha que acelerar direto para a mecânica mais próxima!  Vergonha alheia total!


A foto é modesta, não revela o quanto saiu de fumaça dessa viatura!

sábado, 18 de novembro de 2017

ACELERA SÃO PAULO! (PARA ONDE?) 31


Depoimento:  no dia 04/11 pela manhã passei pela praça Cruz da Esperança, marco da Casa Verde Média, e a graciosa área estava repleta e coalhada de lixo espalhado pela madrugada...  Ato contínuo passei um uotzapi para Paulo Cahim, e no fim do mesmo dia recebi dele as fotos abaixo, comprovando a ação de limpeza.

Antes e...
...  depois, no mesmo dia da reclamação.
Quem só acelera está sujeito a riscos...   Exonerar com tanta urgência o prefeito regional Casa Verde/ Cachoeirinha (AQUI), para mostrar pulso firme com seus subordinados foi uma ação injusta, jogou fora a água da banheira junto com o bebê, porque esse prefeito regional trabalhava...   Foi uma grande derrapada...   Mais cuidado na aceleração, sr. prefeito, porque suas ações repercutem em milhões de pessoas!

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

SHOW DE BOLA! (69)

O que teve mais relevância para o Timão faturar o Brasileirão de 2017?

1 - Fábio Carille, discípulo confesso de Tite?

2 - Ángel Romero, o Super-Dínamo da equipe?  (Quem tem mais de 50 lembra do Super Dínamo...)

3 - Os 32 mil torcedores no Itaquerão na véspera do jogo com o Palmeiras?

4 - A super bronca do Neto ao vivo?  (aqui).

Bem, de repente não importa...  O que interessa mesmo é que, com raça e categoria, o HEPTA é nosso e ninguém tasca!!

Romero, o nosso Super Dínamo!  (foto: Marco Galvão/ Foto Arena/ Estadão Conteúdo)



sexta-feira, 10 de novembro de 2017

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

ACELERA SÃO PAULO! (PARA ONDE?) 29

Hoje o prefeito sai de casa 7h e volta 23h20.  Passa o dia em... Manaus!  

Isso porque semana passada fez a maior mudança estrutural em sua equipe, nesses 10 meses de governo, como relata no site da prefeitura, AQUI.

É até meio complicado entender: saiu o secretário responsável pelas 32 prefeituras regionais...  Saiu e entrou numa secretaria nova, de Governo, criada para ele...  Em seu lugar na SPR entrou o que tinha assumido há pouco a secretaria de Investimentos Sociais, secretaria recém-criada que será extinta (!), passando suas atribuições (de coletar investimentos sociais) para a pasta de Prefeituras Regionais, como se já não fosse trabalho suficiente monitorar o trabalho de 32 prefeitos regionais...  

Me pergunto: será que o gestor não sabe que  dividir-se tira o foco da meta, gasta combustível em dobro, faz o tempo render pela metade, enfim, não entrega resultados?  De tanto viajar o gestor se divide na missão sublime de tirar a cidade do buraco.  O seu antigo 1º secretário passou 12 dias na Europa em pleno Outubro (AQUI), dividiu-se com o lazer e dançou.  O novo 1º secretário, se ficar se dividindo no trato com empresários para passar o chapéu em busca de investimentos sociais, nem bem vai cuidar da cidade, nem bem  vai chavecar o empresariado por suas doações... 

São Paulo merece foco absoluto!  

Teatro Amazonas, Manaus.  (foto: guiadoturismonobrasil.com)





quinta-feira, 2 de novembro de 2017

NÃO É POR AÍ... (70)

Falando de futebol, faz tempo que observo: os comentaristas gastam horas falando da diferença de pontos na tabela, de lances de arbitragem, dos cartolas, de cansaço dos jogadores (esses que não se  preocupam sequer em fazer a cama em que dormem), mas não falam praticamente nada do desempenho dos jogadores em campo durante o jogo.  Parece que assistem às partidas pensando em outras coisas!

Assisti Ponte Preta e Corinthians pela TV, sem som, só prestando atenção no desempenho dos jogadores – o que em última (ou primeira) análise define a qualidade da partida ou do desempenho de um time, e cheguei a conclusões interessantes...

Os comentaristas falando de tudo, menos de como se comportam os jogadores em campo, e do que isso, em conjunto, resulta para o time...

O profissional que sacar essa obviedade vai se destacar...

Assistindo futebol na poltrona...  (foto: trivela.uol.com.br)